quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Vantagens da colaboração


           Avaliações são mais efetivas quando são baseadas no relacionamento existente com os empregados, e não apenas em um julgamento formal, aplicado de cima para baixo, realizado uma vez por ano. Os administradores de times esportivos não esperam até que a temporada esteja encerrada para realizarem as suas avaliações. Em vez disso, trabalham com os membros da equipe durante a temporada e com o time como um todo para aprimorar o desempenho da equipe. De maneira similar, em organizações normalmente focadas em seus empregados, as avaliações de desempenho informais e os feedbacks acontecem com frequência.
            Os gerentes discutem as metas da organização de maneira regular e reiterada para produzir um entendimento compartilhado acerca do desempenho exigido pelo cargo para atingi-las. E tentam criar uma atmosfera na qual tanto eles como seus empregados estejam trabalhando conjuntamente em torno de prioridades comuns. Eles também se comunicam com seus funcionários diariamente, elogiando ou aconselhando quando necessário e avaliando seus progressos em direção às metas.
        Quando os gerentes e funcionários possuem abertura nas comunicações e os empregados sentem-se gerenciados de forma razoável e efetiva, o tipo de avaliação que esses últimos recebem raramente os surpreenderá.
            *Este texto foi retirado do livro Administração; Liderança e Colaboração num Mundo Competitivo.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

PGQP lança SAGS - Sistema de Avaliação da Gestão Simplificado

Em reunião no dia 30/11/10 o PGQP - Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade anunciou uma nova ferramenta de avaliação do modelo de gestão, baseado nos Critérios de Excelência, no entanto, voltado para empresas em fase inicial de autoavaliação, independente do seu tempo de existência e porte. O processo segue as etapas: estudo e entendimento do mecanismo, autoavaliação da gestão, análise crítica do processo de autoavaliação e implementação das ações de melhoria da gestão.



A ferramenta, já foi testada em algumas organizações dos diferentes setores e portes, a qual teve 100% de aprovação pelos empresários destas organizações. A maior lacuna apontada pela avaliação é a falta de processos gerenciais para a elaboração, alteração e implementação de estratégias. Em segundo lugar, lacuna em sistematização dos resultados destas entidades.



O mecanismo promete o acompanhamento da empresa que o utilizará, inclusive com treinamentos específicos para a necessidade daquela empresa. Ou seja, um atendimento customizado, o qual terá o apoio do próprio Programa, além da rede de comitês regionais e setoriais. Também, a ferramenta objetiva o uso de um modelo não tão complexo quanto os níveis de Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência.

O proposta é que as organizações, com modelos de sistemas de gestão já reconhecidos pelo Programa, possam incentivar o uso desta ferramenta pelos seus fornecedores, ampliando a adesão aos conceitos da excelência para orientação da gestão, objetivando organizações sustentáveis e com uma gestão de muita qualidade!

domingo, 28 de novembro de 2010

Você sempre tem razão?

Esta é prá se divertir! Uma piada que demonstra como nem sempre estamos certos com nossos pontos de vista.

O velhinho telefona ao médico para marcar uma consulta para sua mulher. A atendente pergunta:
- Qual o problema da sua esposa?
- Surdez. Ela não ouve quase nada.
- Então, antes de trazê-la, o senhor deve fazer um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, fale a uma certa distância em tom normal, até identificar de que lugar sua esposa consegue ouvi-lo. Quando vier acompanhá-la, diga ao médico a que distância o senhor estava quando ela ouviu. Certo?
- Tudo bem.
À noite, enquanto a mulher prepara o jantar, o velhinho decide fazer o teste. Mede a distância entre ele e a esposa e pensa: "Estou a 10 m. Vai ser agora!".
- Maria, o que temos para o jantar?
Nada. Silêncio. Ele diminuiu a distância para 5 m e diz novamente:
- Maria, o que temos para o jantar?
Nada. Silêncio. O velhinho fica a 3 m da mulher:
- Maria, o que temos para o jantar?
Silêncio. Por fim, ele se encosta na mulher e volta a perguntar:
- Maria! O que temos para jantar?
- Frango, caramba! É a quarta vez que eu respondo!



Geralmente, nas empresas ou em qualquer grupo de pessoas, achamos que os outros estão errados. Quantas vezes será que somos nós?