sábado, 10 de março de 2012

Você está preparado para 2050?

Encontrei este artigo no site www.administradores.com e achei interessante compartilhar com vocês. O que acham? Na minha opinião, falando de perspectivas a longo prazo, me parece razoável e factível.

A fonte é o HSBC.

Abs,


Apesar de a data parecer distante, o processo de mudanças deve começar agora. E quem quiser sobreviver precisa começar a se adaptar





Em 2050, a economia mundial estará crescendo a um ritmo 50% maior que o atual. As perspectivas apontam que a produção global triplicará. E os grandes responsáveis por isso serão as economias emergentes, que terão crescido cinco vezes mais do que o chamado mundo desenvolvido, e passarão a contribuir duas vezes mais do que os países de "primeiro mundo" para o crescimento global.
A expectativa é de que 19 das 30 maiores economias do mundo sejam, em 2050, de países hoje considerados emergentes. A Índia, por exemplo, será a terceira maior economia de todo o globo. A China será a primeira. Países como Suíça, Bélgica, Áustria, Noruega e Dinamarca desaparecerão dos Top 30.
O crescimento populacional deverá viver suas próprias reviravoltas. Na Arábia Saudita, a população ativa viverá um crescimento de 73%. No Japão, esse valor diminuirá 37%. E isso refletirá diretamente na variação de suas fortunas. Todas essas mudanças terão fortes implicações no modo como a agenda política global é conduzida. Para se ter uma idéia, na última década, a Europa já precisou abrir mão de dois assentos no conselho executivo do FMI para dar espaço a governos de países emergentes.
E ainda teremos muitas outras mudanças em vista. A China, por exemplo, terá aumentado em sete vezes sua renda per capita. Mas esse valor ainda corresponderá a 32% do equivalente nos EUA.
2050 será apenas o começo das milhares de transformações que irão redefinir o mundo. E você, seja empreendedor, seja profissional, precisará manter-se atento às novas tendências, de modo que possa acompanhar o desenvolvimento do planeta e do seu país, saber tomar as decisões certas e orientar seu futuro com uma agenda positiva.
A capacitação para atuar num mercado cada vez mais competitivo será um pré-requisito ainda mais fundamental do que é hoje. Em 2050, não bastará simplesmente conhecer seu público, será necessário transpor fronteiras e manter-se sempre conectado. Afinal, qualquer mudança de humor no outro lado do mundo terá capacidade de afetar os mercados por aqui. 

terça-feira, 6 de março de 2012

Curso Tratamento de Não Conformidades

Olá caros amigos!

Seguidamente observamos, no dia a dia dos ambientes corporativos, a existência de situações da rotina que se apresentam como imprevistos.

Os imprevistos podem ser vários, de diferentes características, como, por exemplo, o atraso na entrega de um material para o cliente na transportadora; o arranhão no carro do cliente no pátio da oficina; o atraso no aviso da renovação do contrato, na seguradora, entre vários outros exemplos que poderia fornecer-lhes. 
Estes imprevistos acabam por tomar o tempo das pessoas - precisam ser corrigidos e, em grande parte, impactam na satisfação do cliente, sem contar dos custos "invisíveis" que são gerados para a empresa.

Embora corrigindo estas situações no formato "apagando o incêndio" temos a sensação de trabalhar na melhoria dos nossos processos. No entanto, basta monitorarmos as situações e identificamos que elas se repetem - às vezes com características particulares e muito semelhantes.

Por fim, conviver com estas situações no dia a dia causa uma impressão de "falta de qualidade", gera estresse nas pessoas e o pior: fazemos várias ações do tipo "apaga incêndio", mas não conseguimos fazer a coisa evoluir.

Neste sentido, planejei um treinamento todo especial para a sua equipe. Projetado para ser aplicado no seu ambiente, na modalidade in company, tem como principal característica utilizar situações reais do seu cotidiano para serem pauta dos exercícios aplicados durante a explicação da metodologia de tratamento das não conformidades (imprevistos).

Com uma abordagem profunda dos conceitos relativos a processos e ferramentas da qualidade faz com que o participante desperte uma nova visão sobre o seu cotidiano. Além do mais, contém de forma exclusiva, um módulo no qual trato a importância do papel do líder da equipe no tratamento das situações de não conformidades.

Solicite a programação completa pelo meu e-mail: eabockel@ig.com.br ou ligue (51) 9835.6341.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O Plano Estratégico deve ter qual enfoque?


O plano estratégico de uma empresa é gerado pelo seu processo de planejamento estratégico o qual já foi tema de uma publicação neste blog. Embora simples este plano possui algumas características que são importantes ser consideradas e o diferenciam totalmente de enormes planos de ação que normalmente são tidos nas organizações como “estratégicos” quando, na realidade, tratam-se de táticos ou operacionais.

Primeiramente temos que esclarecer o termo “estratégico”. A definição que encontramos no dicionário Aurélio remete à palavra “estratégia”, que dá sentido a “Arte militar de planejar e executar movimentos e operações de tropas, navios e/ou aviões, visando a alcançar ou manter posições relativas e potenciais bélicos favoráveis a futuras ações táticas sobre determinados objetivos; ...; Arte de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar objetivos específicos; ...” Embora alguns destes termos possam nos remeter a um entendimento de plano estratégico, quando tratamos deste assunto, inevitavelmente, temos que exercer o pensamento sistêmico e enxergar a organização de uma posição bastante abrangente.

Segundo Batemann, Snell, no livro “Administração, Liderança & Colaboração no Mundo Competitivo”, “O planejamento estratégico envolve decisões sobre metas e estratégias de longo prazo da organização. Os planos estratégicos recebem forte orientação externa e cobrem grande parte da companhia.
O termo “estratégico”, quando do plano de longo prazo da empresa, está associado à sua visão de futuro e ao cenário que se desenha considerando as suas tendências, ou seja, para termos um plano estratégico, temos que olhar muito para o ambiente externo da empresa e para suas tendências, olhar “para fora e para frente”, além de levar em consideração, os principais anseios atuais e futuros das partes interessadas e, de qualquer forma, as questões próprias da empresa, ou seja, seu cenário interno.

O plano estratégico passa então a ter características como questões que devem ser trabalhadas as quais visam posicionar a empresa no cenário futuro, ou seja, metas estratégicas que se transformem nos principais alvos ou resultados finais relacionados com a sobrevivência, o valor e o crescimento de longo prazo da organização.

Estas metas estratégicas devem configurar objetivos a serem desdobrados por toda a sua estrutura interna para que, de fato, a estratégia cause mudanças nos processos operacionais e, desta forma, promova o alinhamento e o envolvimento das pessoas de todos os níveis. Daí começamos a desenvolver os planos táticos e operacionais, alinhados às metas estratégicas da empresa.


O problema dos processos de planejamento estratégico das empresas é que permite, normalmente, a inserção de questões táticas e operacionais nos planos estratégicos. Ou seja, inclui questões que são muito mais anseios e necessidades internas de operacionalização do que, de fato, questões voltadas para o ambiente externo do negócio. E o que ouvimos dos gerentes de alto nível é: “se eu não colocar esta intenção no plano estratégico, as iniciativas não são implementadas.” O fato é que, inserindo questões internas, de nível tático e operacional, a empresa volta seu foco para o cenário interno, perdendo, muitas vezes, o foco das questões externas. Ainda, iniciativas operacionais ocupam e disputam recursos de toda ordem quando da sua implementação, quando, na verdade, deveriam ser discutidas e decididas entre os gerentes nas suas reuniões diárias de melhoria dos processos, estruturas, etc.

A clareza do plano estratégico, mesmo que conceitualmente, é fundamental para que a ferramenta e as metodologias relacionadas possam agregar valor à empresa e fazer sentido aos administradores.