segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Capacite-se!


Formação de Auditores Internos

Apresentação

Este curso tem por objetivo atualizar e formar novos auditores internos de Sistemas de Gestão pela Qualidade.
Com uma metodologia que desenvolve o aprendizado do participante, todo o conteúdo é baseado na Norma Internacional ISO19011:2012 - Diretrizes para Auditoria de Sistemas de Gestão.
Além de simplesmente capacitar o colaborador como auditor interno, aborda aspectos relativos ao programa de auditoria, gerenciamento da equipe de auditores e avaliação das competências das pessoas que compõem a equipe de auditoria, incluindo aquela que gerencia o programa de auditorias.
Devido à metodologia de ensino-aprendizado aplicada, o curso desenvolve o enfoque gerencial e sistêmico do auditor interno, e não somente documental e verificador de requisitos.
Os exercícios práticos aplicados durante o desenvolvimento do curso proporcionam ao participante identificar e desenvolver as suas habilidades de auditoria.
Este curso inclui revisão do conteúdo da NBR ISO9001:2008, com enfoque gerencial, e habilita o participante a atuar como auditor interno de Sistemas de Gestão pela Qualidade, incluindo aqueles certificados pela ABNT NBR ISO9001:2008.

Programa

I - Revisão da Norma ISO9001:2008
- Introdução
- A família ISO9000
- Abordagem de processo
- Revisão dos requisitos normativos ISO9001:2008

II - Desenvolvimento de Programas de Auditoria
- Conceituação de auditorias do sistema de gestão
- Classificação de auditorias
- Características das auditorias
- Processo de auditorias
- Metodologia das auditorias, com ênfase em modelos de gestão sistêmica.
- Procedimento de auditorias internas
- Perfil do auditor
- A qualificação do auditor
- A comunicação antes, durante e após a auditoria, em todos os níveis
- O comportamento dos auditores
- A avaliação das competências dos auditores
- O gerenciamento do programa de auditorias internas.

Instrutor
Eduardo Antônio Böckel

Este curso pode ser realizado nas modalidades:
1) Turma aberta disponível: 21, 26 e 27 de fevereiro de 2013

2) In Company: realizado na empresa para seus colaboradores.
Solicite uma proposta por e-mail para eabockel@ig.com.br ou pelos telefones (51) 9835.6341 ou (51) 9613.1914.

Carga horária: 24 horas

Local: Weiand Turis Hotel - Lajeado - RS



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Se o chefe não gritar, os jogadores não saem do lugar.


Muito tem se falado e escrito nos últimos tempos sobre os estilos de liderança e sobre a postura que se configura em comportamentos como chefes no ambiente de trabalho.

A grande questão que precisamos responder é: será que sou um chefe ou um líder?

Intencionalmente, queremos ser vistos como líderes, embora nossos comportamentos nos denunciem verdadeiros chefes.
Estes comportamentos são praticados por nós no dia a dia, sem que percebamos. E, com base neles, é que a nossa equipe faz a leitura: CHEFE OU LÍDER.

Um dos comportamentos de liderança, por exemplo, está em definir claramente, na empresa e para as equipes, as diretrizes de atuação, o seu desdobramento em objetivos e metas de tal modo que todos os integrantes tenham clareza da sua contribuição. Após, o que se espera é a capacidade do líder em influenciar pessoas da empresa e fora dela para que estes objetivos e metas sejam alcançadas.

Já um chefe, está sem rumo no dia a dia. Não guia a sua equipe por objetivos e metas, mas sim, por meio de cobranças e imposições pessoais – todos têm que fazer do jeito dele! Se você é um chefe, a sua equipe nunca saberá se organizar na sua ausência. Sempre vai depender de você. Cuidado! Se você acha que esta dependência é boa, engane-se, pois a sua equipe nunca vai ser um time de alto desempenho e sim, um bando de tolos a espera de um grito do chefe. Então, se o chefe não gritar os jogadores não saem do lugar.

Outra característica acentuada no comportamento de um chefe é o controle, enquanto que o líder gerencia. Se alguém lhe perguntar qual é o tempo médio de atendimento ao seu cliente e você não souber, cuidado! Pode não ser falta de informação apenas, e sim, um comportamento de chefia. Talvez o seu foco esteja em cobrar das pessoas que atendam os clientes, no entanto, nem sequer sabe qual o desempenho da equipe no atendimento. O que importa é atender. E se não atender...!!!

Desta forma, você vai passar a vida toda cobrando as mesmas tarefas – controle – e nunca vai conseguir cobrar melhorias – gestão, ou seja, se você não mede, não tem informação para avaliar o desempenho. Se você não avalia o desempenho não tem como definir ações de melhoria com a sua equipe. Logo, o seu ponto de fuga é cobrar, pois assim você não perde o controle e mantém-se ativo junto à equipe.

Os verdadeiros chefes chegam até mim e questionam: o que faço com uma equipe que não é comprometida? Gasto todas as minhas salivas cobrando, todo dia, que façam determinadas tarefas, mas, basta virar as costas que não fazem nada. Ora, o erro: você está cobrando e não influenciando.

Estes mesmos chefes me falam que as suas equipes não são motivadas, parece que só estão ali pelo dinheiro. Caro chefe, quem tem que desenvolver a capacidade de motivar a sua equipe é você mesmo. Você dá as culpas para a equipe, enquanto não olha para o quanto você está ou não motivando os seus integrantes. O erro: você está lamentando e não influenciando.

O líder convence a equipe, com enfoque no desempenho de números, de que determinadas atividades são importantes e, a partir daí, o trabalho ocorre normalmente, pois todos querem alcançar um bom desempenho. Isto é natural e humano.

Estes são alguns comportamentos que pensei em relacionar. Claro que teríamos conteúdo para escrever um livro. Reflita então, se o seu comportamento está voltado para ser um verdadeiro chefe ou um autêntico líder.






Eduardo Antônio Böckel
Assessor em Gestão
EVOLUIR GESTÃO EMPRESARIAL
www.evoluirgestaoempresarial.com.br