quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Liderança: Sirvam à mim, minhas façanhas!

Liderança: Sirvam à mim, minhas façanhas!

Gostaria de comentar sobre a atuação da liderança no formato "Sirvam à mim, minhas façanhas!". Que existem vários estilos de liderança, isso já é sabido há muito tempo. Saber qual o seu estilo é um aspecto importante para ter uma boa atuação com a sua equipe.
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Porém, há o estilo que aqui denomino "Sirvam à mim, minhas façanhas!", que é aquele líder que quer ter todos os seus subordinados aos seus pés. Mesmo que a pessoa com esse estilo de liderança não reconheça essas características, existem atitudes que são perfeitamente retrato destas.

Por exemplo, quando o líder conduz uma reunião, ele não abre espaço para a sua equipe contribuir, opinar e, inclusive, questionar o que está em pauta.

Outra atitude muito similar, quando o líder vai apresentar o resultado de um projeto que foi desenvolvido pela equipe, somente ele quer falar e, de preferência, nem leva a equipe com ele para não atrapalhar.
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Mais uma, quando o líder envia um e-mail unilateral atribuindo uma regra, uma tarefa com um prazo estipulado por ele sem levar em consideração as condições de realização e de entrega por parte da sua equipe - está aí mais uma característica de líder que têm a sua equipe, ou liderados, ou comandados, aos seus pés.

Este estilo de liderança é perigoso pois, na maioria das vezes ele não prepara e não educa a equipe; ele não trás a equipe para os objetivos - ele manda a equipe perseguir os objetivos, que é diferente.

Quando ele trás a equipe, em determinado momento, a equipe pega o ritmo e caminha sozinha em direção aos objetivos, ou seja, ele (o líder) desenvolve uma maturidade na sua equipe.

Quando ele manda a equipe perseguir os objetivos, ele (o líder) sempre vai ter que vigiar os seus liderados e, na primeira oportunidade que ele desviar os olhos, a equipe vai desistir de percorrer os objetivos, pois estavam fazendo algo que estavam sendo "mandados".

Reflita sobre esse estilo e as características da sua liderança.

Eduardo Antônio Böckel

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Agosto, um divisor de águas na economia brasileira!

Ao iniciar agosto é impreterível que façamos uma análise sobre as tendências e projetemos cenários acerca de como, neste mês, a economia vai se comportar.
Para iniciar, olhemos para o PIB – produção bruta, em dólares. Percebe-se que há uma queda, porém, convenhamos, não estamos no pior ano de nossa história.

A sensação é igual ao de uma pessoa que nunca correu – ela está acostumada a caminhar num determinado ritmo – isto seria a nossa economia em 2006.
Porém, a pessoa começa a praticar corridas como exercício físico e se acostuma com esse ritmo – compara-se com a nossa economia nos anos de 2011/2012. Porém, esta mesma pessoa, começa a reduzir o seu ritmo de corridas e volta a caminhar – a sua sensação será de parada, de redução de velocidade, mesmo que esteja caminhando mais do que antes de iniciar as suas corridas.

O Brasil hoje está em 10º lugar entre todos os países quanto ao Produção Interno Bruto – é claro que este mesmo ranking não se nivela nos demais índices como o índice de crescimento que, em 2016, no primeiro semestre, está em -5,40%. Na nossa comparação da corrida, uma desaceleração brusca, tendendo ao ritmo da caminhada.

A taxa de crescimento do PIB – ou de decrescimento – no segundo trimestre foi de -0,3%. O gráfico mostra que este decrescimento está diminuindo, buscando o nível do zero, ou seja, economia estabilizada em 2017, conforme alguns analistas já divulgaram anteriormente.

Porém, as projeções iniciais é de que a taxa de crescimento do PIB em 2016 fique nos -3,8% (idêntico a 2015). Para isso se concretizar, tendo a média do primeiro trimestre de 2016 apresentado -5,40%, os próximos meses terão de ser muito favoráveis. Senão, as projeções iniciais estarão falhas e fecharemos um ano pior que 2015. Conforme as projeções, um saldo negativo de -4,1%, infelizmente, a realidade.


Porém, agosto ainda se apresenta como um mês tenso e instável no cenário político, pois temos pela frente a votação do Impeachment – será um verdadeiro divisor de águas, uma bifurcação com diferentes direções.

CENÁRIO A – Impeachment favorável, ou seja, Dilma não volta. Há expectativas de um pacote de medidas que o Governo de Transição largará para a votação - Até agora está tudo muito tímido, você não acha estranho? Neste cenário, aumenta a confiança do empresário e novos investimentos poderão aparecer e aquecer a economia. Em período de final de ano, talvez as animosidades sejam fortalecidas. Neste cenário, uma possível retomada da economia em 2017 e 2018.


CENÁRIO B – Impeachment desfavorável, ou seja, Dilma fica. Os rumores na Câmara dos Deputados e Senado Federal serão os mais tumultuados já vistos – talvez não tanto quanto o primeiro semestre de 2016. Haverá novas propostas, possivelmente contraditórias às medidas do Governo de Transição, o que fará um novo recomeço para um período de últimos meses do ano. Há quem diga que, como o ano inteiro já foi um período perdido, ficar sem o último trimestre não fará falta. Neste cenário, incertezas até a eleição de 2018.

Esperamos que o melhor cenário possa se concretizar para o Brasil.

Os dados analisados para este artigo foram fornecidos pela Trading Economics.

Eduardo Antônio Böckel
Diretor da Evoluir Gestão Empresarial
www.evoluirgestaoempresarial.com.br

domingo, 31 de julho de 2016

Evoluir lança produto para microempresa


No atual momento econômico do Brasil, as microempresas têm demonstrado a necessidade de ter um apoio amplo sobre a gestão, tanto nos aspectos estratégicos, operacionais, gestão de pessoas e financeiro.
O microempresário, na maioria das vezes, é um excelente técnico – um padeiro, vendedor, mecânico, cabeleireira, costureira, etc – que se envolve diretamente na operação, atendendo os seus clientes. Esta situação não lhe permite atuar na gestão da sua empresa, sendo engolido pelo redemoinho do trabalho diário e não enxergando claramente o seu desempenho.
Os aspectos da disciplina financeira, a começar pela separação do dinheiro pessoal com o dinheiro da empresa, deixam o empresário sem condições de saber o seu ganho real e as despesas do seu negócio, para um melhor gerenciamento.

A falta de um foco de atuação, metas e ações, somado pela falta de conhecimento em gestão do microempresário, faz com que essas empresas se tornem suscetíveis às ameaças do mercado.
Desenvolver um produto de assessoria que possa definir prioridades para o empresário, focar na execução das ações e permitir enxergar resultados rápidos é a proposta que se leva no produto Crescendo Juntos.
O produto também tem um apelo de baixíssimo investimento. Por R$440,00 (quatrocentos e quarenta reais) por mês a microempresa pode ter acesso a um conhecimento diferenciado em gestão, além de promover o crescimento do seu negócio.
Segundo Eduardo Böckel, Diretor da Evoluir Gestão Empresarial, o microempresário tem condições de crescer com o seu negócio, principalmente nestas épocas de uma economia que muda as nossas demandas de consumo e, por consequência, nossas ofertas de produtos. Porém, é necessário auxiliar o empresário a disciplinar-se na execução dos resultados financeiros, além de dotar os envolvidos naquele negócio de foco e mensuração de resultados.
O produto Crescendo Juntos é considerado uma entrada da microempresa para o mercado da assessoria e que, superados os estágios atuais da empresa e tendo esta crescido com o passar do tempo, possa optar por outros serviços, que requeiram maior dedicação na gestão.

Crescendo Juntos já está disponível. Clique aqui.

Evoluir Gestão Empresarial
www.evoluirgestaoempresarial.com.br